O canto coral na perspectiva da Música
Na idade média o canto coral era uma atividade reservada aos homens, portanto, os compositores arranjavam sua peças no formato TBB (tenor - barítono - baixo). Com o advento da Reforma Protestante, as mulheres começaram a participar do canto coral e os compositores se adaptaram no sentido de escrever no formato SATB (Soprano, Alto ou Contralto, Tenor e Baixo), embora os corais luteranos sejam arranjos com variações melódicas de algum cantochão original do período da Idade Média. Todos os grandes compositores escreveram para coro e o canto coral teve seu período áureo sob os compositores Giovanni da Palestrina e Johann Sebastian Bach.
Um arranjo para coro tem a característica fundamental de um Arranjo Musical e o Piano serve como o instrumento chave para o acompanhamento, quando necessário. As quatro vozes do coro são representadas igualmente na partitura deste instrumento musical.
As canções populares e folclóricas se adaptam muito bem ao canto coral e seus arranjadores, não raro, tem o status de co-autores da canção.
O canto coral na perspectiva da Fonoaudiologia
Com o recente aperfeiçoamento da Fonoaudiologia, os agrupamentos de canto coral passaram a contar com essa ciência no trabalho em prol da beleza e longevidade vocal dos cantores. A relação entre a fonoaudiologia e o canto coral se estabelece no conceito de saúde vocal e os fonoaudiólogos tem essa área como um vasto campo para trabalho e pesquisa. A fisiologia da voz, a higiene e saúde vocal, o aquecimento e desaquecimento vocal, as técnicas vocais e as especificidades da voz cantada são pontos em que o canto coral e a fonoaudiologia se encontram.
Não se pode falar em uma técnica vocal específica para canto coral. Como a maioria dos coros apresenta repertórios ecléticos (eruditos, folclóricos e populares), os especialistas apontam para a aplicação de técnicas variadas e apropriadas ao repertório que o coro executa; referem-se à técnica vocal como o modo, a maneira de cantar.
Basicamente, a técnica respiratória para o canto se sustenta no apoio diafragmático para a emissão da voz e na respiração diafragmática-intercostal. Além das técnicas relativas a respiração, emissão, projeção, articulação e dicção, o Canto Coral também se utiliza de técnicas de relaxamento físico e psíquico.
Com o recente aperfeiçoamento da Fonoaudiologia, os agrupamentos de canto coral passaram a contar com essa ciência no trabalho em prol da beleza e longevidade vocal dos cantores. A relação entre a fonoaudiologia e o canto coral se estabelece no conceito de saúde vocal e os fonoaudiólogos tem essa área como um vasto campo para trabalho e pesquisa. A fisiologia da voz, a higiene e saúde vocal, o aquecimento e desaquecimento vocal, as técnicas vocais e as especificidades da voz cantada são pontos em que o canto coral e a fonoaudiologia se encontram.
Não se pode falar em uma técnica vocal específica para canto coral. Como a maioria dos coros apresenta repertórios ecléticos (eruditos, folclóricos e populares), os especialistas apontam para a aplicação de técnicas variadas e apropriadas ao repertório que o coro executa; referem-se à técnica vocal como o modo, a maneira de cantar.
Basicamente, a técnica respiratória para o canto se sustenta no apoio diafragmático para a emissão da voz e na respiração diafragmática-intercostal. Além das técnicas relativas a respiração, emissão, projeção, articulação e dicção, o Canto Coral também se utiliza de técnicas de relaxamento físico e psíquico.
O Canto coral na perspectiva da Metafísica
O canto coral, canto coletivo, sempre fez parte integrante dos rituais místicos e religiosos do ser humano. O templo e os locais de adoração são o berço do canto coral.
fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre - Canto Coral